quinta-feira, janeiro 21, 2021
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Caso Mariana Ferrer: Que a justiça seja realmente feita

"Algumas pessoas criticaram o meu posicionamento em relação ao caso Mariana Ferrer. Eu não mudei minha opinião sobre o estupro, que considero um crime abominável e inaceitável", revela Nelson Fonseca em novo artigo

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Se você ver todas as minhas postagens vai verificar que, num primeiro momento, tomado pela revolta e enganado pela imprensa, que divulgou um falso é inaceitável veredicto (estupro culposo), eu tomei o partido da moça e condenei veementemente o suposto estuprador.

Afinal, o estupro é um crime repugnante, talvez o mais repugnante de todos, assim como a pedofilia.

Porém, depois de ter acesso aos detalhes, cheguei à mesma conclusão do juiz: não há provas consistentes para condenar o réu.

Vamos lá!

Provas materiais:

  • Somente há provas de que houve ato sexual entre o acusado e a suposta vitima. No entanto, não há evidências de violência ou sexo forçado.
  • Ela disse que estava dopada: Exames toxicológicos deram NEGATIVO e o depoimento das testemunhas não corroboram com isso.
  • A imagem deles subindo a escada: ficou evidente de que subiam as escadas normal e voluntariamente.

Provas testemunhais:

  • Corroborando com a suposta vitima, apenas a mãe.
  • Colega de trabalho da moça afirmou que a Mariana voltou do local do suposto estupro andando normalmente, sorridente e falando ao celular. Passou, inclusive, ao lado de uma viatura policial estacionada sem nada relatar aos policiais. Permaneceu ainda na festa e depois de um tempo chamou um Uber e foi embora sem nada mencionar sobre o caso e, aparentemente, em estado físico e emocional normais.

As provas apresentadas pela acusação atestam apenas de que houve o ato sexual, mas não evidencia que não foi consensual.

O exame de corpo delito atesta a relação sexual e o rompimento do hímen, mas não apresenta sinais de violência. O material genético encontrado é realmente do acusado.

Muitos estão postando a frase: NÃO É NÃO, totalmente verdadeira, assim como: SIM É SIM. O problema é que não existe nenhuma evidência de qual frase foi proferida no caso, visto que a própria Mari atesta não se lembrar do ocorrido devido à um “lapso de memória”, supostamente iniciado 3 horas antes do ocorrido.

Segundo gravações e relatos da suposta vitima, a cronologia dos fatos foi a seguinte:

19:30h Segundo a Mari, este foi o momento em que teve um “lapso de memória” não se recordando de mais nada.
22:25h Quase 3 horas depois, a gravação mostra os dois subindo as escadas do camarim caminhando normalmente.
22:31h Ela sai normalmente do camarim e caminha cerca de 800m. Ele sai segundos depois. Nessa caminhada ela foi vista sorridente falando ao telefone, caminhando tranquilamente de saltos altos em um piso irregular, o que não corrobora com a tese de que estava dopada.
22:49h Entrou novamente no clube.
23:12h Chamou um Uber e foi embora sem relatar o suposto estupro à ninguém.

Quanto às ofensas do advogado do rapaz, realmente aconteceram, foram lastimáveis e merecem punição. Porém a aparente complacência do juiz não aconteceu, pois o vídeo foi editado para enganar e sugerir isso à população pelo site “The intercept”, o mesmo que inventou o termo “estupro culposo”, jamais utilizado durante a audiência e/ou na sentença.

Lembre-se de que a acusação é de “ESTUPRO DE VULNERÁVEL” e que não existe nenhuma prova contundente, até o momento, da “vulnerabilidade” da vítima a não ser a sua própria palavra.

Existe um ditado que diz: “Melhor absolver 100 culpados do que condenar 1 só inocente”.

Numa simples consulta ao Google vemos casos onde acusados de estupro ficaram até 18 anos presos injustamente.

Não estou defendendo o acusado e tampouco acusando a suposta vitima de estar mentindo. Estou apenas me atendo aos fatos e evidências.

Da mesma forma que deve ser horrível ter uma filha estuprada, também deve ser horrível ter um filho acusado injustamente de estupro. Pense nisso!

Por isso devemos ter cuidado no nosso julgamento, não deixando que a comoção e a revolta inerentes aos casos de estupro, tomem conta da nossa razão.

Espero que, caso seja provado que realmente houve o estupro, esse rapaz pague pelo que fez. Da mesma forma, se houver mentira, que ela seja desmascarada e os danos reparados.

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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