sexta-feira, março 5, 2021
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Brasil, país onde 50 é maior que 70

"Por que então não concentramos nossos esforços - e nosso dinheiro - apenas numa vacina com eficacia alta?", questiona Nelson Fonseca

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Os cientistas de plantão e a OMS sempre falaram que, para conter a pandemia de Covid, seria necessário a imunização de cerca de 70% da população ou mais.

Se a Coronavac tem uma taxa de eficácia de 50%, mesmo que vacinem 100% da população, apenas 50% estaria imunizada. Certo?

Conclusão: 50% < 70%, portanto, não aconteceria a imunidade de rebanho e a pandemia não terminaria. Estou errado?

Então, qualquer vacina com menos de 70% de eficácia, poderia até diminuir, mas não acabaria com a pandemia. E pelo que se sabe, uma doença quando não é efetivamente erradicada, volta com força.

Vejam o que aconteceu com o Sarampo, por exemplo.

Essa sempre foi a resposta da “ciência”, quando se falava em isolamento vertical. Para que a imunidade de rebanho fosse alcançada, seria necessário no mínimo a imunização de 70% da população, e isso só seria possível com a vacina.

A imunidade coletiva, como também é chamada a imunidade de rebanho, demoraria demais pelo método natural, onde os jovens sairiam às ruas e isolaríamos apenas os idosos e outros grupos de risco, no chamado “isolamento vertical”. Lembram?

Agora mudam o discurso, para justificar a vacina meia-bomba chinesa, falam que têm outras variáveis, delta, ômega, e blá blá blá.

Será que essas “outras variáveis” conseguem desmentir a matemática? Conseguem fazer 50 ser maior que 70?

Por que insistem numa vacina de 50% de eficácia, se as outras têm as taxas de eficácia bem maiores que os 70% exigidos pela tal imunidade de rebanho?

Essa é a pergunta que faço.

A da AstraZeneca alcança os 70% numa única dose. As da Pfizer e Moderna muito mais, porém com armazenamento e logística bem complicados num país tropical e de dimensões continentais como o Brasil.

Alguns cientistas afirmam que nem sempre a imunidade de rebanho funciona. Isso justificaria ainda mais a necessidade de vacinas mais eficazes e um número maior de vacinados num espaço menor de tempo.

Por que então não concentramos nossos esforços – e nosso dinheiro – apenas numa vacina com eficacia alta?

A vacina de Oxford tem uma taxa de eficácia de 70% apenas na primeira dose, ultrapassando os 80% com o reforço da segunda dose. Além disso, o intervalo entre as doses é de 3 meses, o que tornaria a logística bem mais fácil.

Poderíamos vacinar um número bem maior de pessoas com a primeira dose, já que teríamos tempo suficiente para importar ou fabricar a dose de reforço e atingir os 80% de eficácia.

A velocidade de fabricação da vacina de Oxford poderia duplicar, se além da Fiocruz, ela também fosse fabricada no Butantã, simultaneamente.

Sem falar no fato da vacina de Oxford/AstraZeneca ser bem mais barata que a Coronavac.

No entanto, é impressionante como as recomendações da “ciência” mudam de acordo com os interesses políticos e econômicos.

Parece que não há interesse em acabar com a pandemia, assim como não existia interesse em acabar com o problema de água no Nordeste. Só acho!

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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