segunda-feira, janeiro 25, 2021
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Apenas um exercício de lógica: Por que vacinar 75% da população que não corre risco com a doença?

"Estamos diante do maior absurdo sanitário da história do Brasil. Por muito menos, em 1904, explodiu no Brasil a "Revolta da Vacina". Na época em que o povo era mais corajoso e não era manipulado pela mídia e celebridades magoadas com o corte de verbas públicas"

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1 – 87,6% das mortes por Covid-19 são de pessoas com mais de 50 anos.

2 – Essa faixa etária equivale à apenas 25% da população. O que corresponde à 52,7 milhões de pessoas.

3 – Os laboratórios não se responsabilizam por efeitos adversos das vacinas e aconselham o governo a criar um fundo monetário para eventuais indenizações.

4 – Os laboratórios dizem também que as vacinas não impedirão que os vacinados continuem transmitindo o vírus.

Com base nesses dados, podemos concluir que:

Não justifica a vacinação de menores de 50 anos. Os riscos da vacinação, nessa faixa etária, superam os riscos da doença.

Por que vacinar 75% da população que praticamente não corre risco com a doença?

Lembro que, segundo os especialistas, a vacina não vai impedir que essas pessoas continuem transmitindo o vírus. Portanto, não há motivos, exceto os de ordem política e financeira, para vacinar essa grande parcela da população.

Em um recente artigo publicado pela Revista Nature, o tema sobre as populações mais vulneráveis também foi colocado em evidência. O texto diz que a chance de pessoas com menos de 50 anos morrer é quase zero. Contudo, quando a idade passa para a faixa entre 50 e 60 anos de idade, o risco aumenta, especialmente para os homens.

Essa lógica já é utilizada na vacina do H1N1 (gripe), onde apenas os grupos de risco e os idosos são vacinados e de maneira gratuita e voluntária, como deve ser.

O SUS já está preparado para atender esse público.

Um certo governador com as bolas sufocadas pelas suas calças apertadas, transformou-se em um verdadeiro “garoto propaganda” de uma certa vacina, de um certo país, de um certo laboratório acusado de suborno nos seus pedidos de homologação de vacinas.

Comprou todo o estoque de seringas e agulhas disponível e percorre o país oferecendo o “seu produto” como os antigos vendedores de enciclopédia Barsa.

O STF continua retirando o poder do Presidente da República na sua tentativa de centralizar a vacinação e atuar de forma sensata e igualitária por todo o país.

Estamos diante do maior absurdo sanitário da história do Brasil. Por muito menos, em 1904, explodiu no Brasil a “Revolta da Vacina”. Na época em que o povo era mais corajoso e não era manipulado pela mídia e celebridades magoadas com o corte de verbas públicas.

Devido às notícias de novas cepas do coronavírus, não será surpresa se em breve, esse mesmo governador, lançar a “Vacina por assinatura”, onde teremos direito à atualizações periódicas da vacina mediante ao pagamento de mensalidades.

O que será que vem por aí?

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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