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A ONU é inimiga da civilização

ONU deixa seus objetivos cada vez mais claros com nova nomeação de Tlaleng Mofokeng

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A imperatriz do globalismo, a Organização das Nações Unidas (ONU) ataca novamente em seu intento incansável para destruir as fundações do Ocidente através da supremacia progressista que ela mesma tenta impor. Desta vez, o fato — mais uma vez não noticiado pela mídia — foi a nomeação de Tlaleng Mofokeng para o cargo de Relatora Especial de Direitos Humanos ligados à Saúde. A sul-africana é uma militante que fez carreira até hoje lutando pela legalização do aborto, difusão da ideologia de gênero e descriminalização da prostituição.

Para nós, um currículo como este pode parecer impróprio — e de fato é —, mas, temos de lembrar que premiar indivíduos pelos maus serviços prestados à sociedade é apenas o modus operandi de sempre adotado por estas organizações internacionais. Por exemplo, o professor Phil Jones, uma das figuras centrais no famoso escândalo Climategate (onde cientistas britânicos e americanos foram pegos manipulando dados para forjar um cenário de aquecimento global), ao invés de ser PRESO, ganhou foi um belo de um cargo no Painel Internacional para Mudanças Climáticas da ONU.

O Sr. Thedros Adhanon, diretor-geral da OMS, igualmente, foi levado ao posto de médico dos médicos, a nível global, após colecionar escândalos em sua trajetória como partícipe da ditadura comunista na Etiópia e membro da Frente Revolucionária, união de partidos marxistas-leninistas ligados à política externa da China.

Por isso, eu repito que a nomeação de Tlaleng Mofokeng não me surpreende, pois, a regra, atualmente, é as pessoas caírem para cima: quanto mais elas mostram um trabalho destrutivo, mais elas são recompensadas por isso. É quase como se a ONU estivesse declarando em sua política de Recursos Humanos: “Aqui na Organização das Nações Unidas buscamos jovens talentos capazes de destruir a civilização de uma forma inovadora, criativa e sustentável”. Um belo mote para inspirar os headhunters da instituição, não acham?

Aliás, inspiração não só para os da ONU, pois na condição de formular políticas públicas a nível global, este é o mundo que ela quer criar. Prova disso é o artigo que Tlaleng Mofokeng escreveu para a famosa revista Teen Vogue, destinada ao público *adolescente*, em 26 de abril do ano passado, discursando sobre a beleza do comércio sexual; coisa que chama atenção desde o título e subtítulo escolhido para esta Ode à Prostituição: “Por que trabalho com sexo é trabalho de verdade? Eu não acredito que seja correto ou justo que pessoas que trocam sexo por dinheiro sejam criminalizadas pelo que fazem”. 

E mais: essa é a mesma pessoa que, inclusive, foi homenageada em 2016 pela fundação do globalista-mor, Bill Gates, como exemplo de liderança na área de planejamento familiar. Boatos dizem por aí que os próximos homenageados da fundação podem ser o Goleiro Bruno no Dia Internacional da Mulher e a Suzane Von Richthofen no Dia dos Pais… Eu não duvido de mais nada.

Ora, leiam os meus destaques no Instagram de nome “Globalismo”, onde eu compilei algumas citações importantes para entender o motivo desse ataque tão aberto à civilização. São declarações dos próprios fundadores e idealizadores destas instituições, expondo o plano de criar um governo global que se sobreponha à soberania das nações. Realizada esta rápida leitura, junte os pontos! As mesmas instituições que pretendem subjugar as soberanias nacionais ao seu plano de governo global são aquelas que tentam difundir por todo o mundo esse lixo moral em forma de política pública de Direitos Humanos. 

É obvio que, para conseguir uma dominação no nível que eles desejam, é preciso enfraquecer o poder das nações primeiro e isso pode ser feito através de uma só forma: corrompendo a cultura dos povos e adoecendo a sociedade. Neste momento entra em cena Phils Jones, Al Gores & Gretas Thunbergs, amedrontando o mundo com a ameaça fraudulenta do apocalipse ambiental; Thedros Adhanons e Xi Jinpings, para nos reduzir a servos da ditadura “científica”; e Tlalengs Mofokengs, Hollywoods e Psol’s da vida para glamourizar a depravação. Essas são as figuras que mais ganham destaque no mundo de hoje, onde se valoriza tudo aquilo que leva à destruição do ser humano em detrimento do que é bom, justo e verdadeiro.

Pedro Delfino

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
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1 COMENTÁRIO

  1. Pedro, a onu (com minúsculo mesmo) é substituta da liga das nações, que começou depois da 1ª WW, em 1919.
    Sua “carta inicial” foi redigida pelo 1º min. britânico Arthur Balfour…..o mesmo que entregou Israel aos Rothschid’s.
    Assombroso, hein?

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