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A notinha do supermercado tem que ser discriminada e impressa? E o seu voto?

Imagina só, o Governo vai permitir que os Supermercados emitam a nota fiscal de caixa apenas com o total da compra, sem discriminar item a item

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Imagina só, o Governo vai permitir que os Supermercados emitam a nota fiscal de caixa apenas com o total da compra, sem discriminar item a item.

É um absurdo! Como vamos conferir? Como vamos saber se não estamos sendo roubados?

Quem garante se não cobraram 15 Kg de arroz quando você só comprou 10 Kg?

É importantíssimo e imprescindível que a nota venha discriminada item a item, ok?

Alguém discorda que isso seria um absurdo?

Calma gente, isso é mentira!

Apenas criei essa situação para mostrar como é importante o voto impresso.

Hoje, as urnas eletrônicas emitem apenas os totais. Apenas um somatório dos votos de cada candidato, total de brancos e nulos é emitido e gravado.

Um pendrive com esses totais criptografados é então enviado ao TSE para a apuração final.

Como é possível saber se esses números estão corretos? Como garantir que não está havendo fraude?

Por quê a “resistência” apenas de representantes da Esquerda em relação ao voto impresso?

De que eles têm medo?

Por quê tanta aversão à transparência e à auditabilidade?

O voto impresso não seria como foi há anos no Brasil, quando era necessário escrever seu voto em uma cédula de papel e depositá-la em uma urna.

O voto impresso funcionaria assim: Após digitar o seu voto, a urna imprimiria o registro do seu voto, que seria depositado em uma urna física, após conferência.

O voto não estaria concluído até que o eleitor confirmasse que os dados que ele digitou na urna eletrônica são os mesmos que aparecem no voto impresso.

Países do primeiro mundo, altamente tecnológicos, rejeitam a ideia da urna eletrônica. Talvez justamente por serem super desenvolvidos tecnologicamente, tenham a consciência da fragilidade dos dados digitais em relação à fraudes e hackers.

Na Alemanha a urna eletrônica é proibida por lei.

A urna eletrônica também não é aceita nos EUA e na França, entre outros países.

Não acho que devemos regredir às antigas e frágeis urnas de papelão. Na minha opinião, um sistema híbrido seria o ideal. Um sistema que registre nosso voto de duas maneiras simultâneas: o registro digital e o registro analógico, onde possam ser comparados e eventualmente auditados.

Cada eleitor iria conferir o seu próprio voto. Além disso, algumas urnas, escolhidas aleatoriamente ou não, poderiam ser auditadas.

O Ministro Barroso, do Supremo Tribunal Federal, chegou a dizer que seria um retrocesso a volta do voto impresso e que desde quando as urnas eletrônicas foram implantadas em 1996, nunca houve nenhum caso comprovado de fraude nas eleições.

Bem, Ministro Barroso, como o senhor pode atestar que nunca houve fraude se as urnas eletrônicas não permitem ser auditadas?

Tem caroço nesse angú. Pensem nisso.

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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