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Bolsonaro despertou sentimentos de patriotismo, grandeza e amor à pátria

Analisando a história grega de Iságoras e Clístenes (Lula e Bolsonaro): "O que o Brasil tem a aprender?", questiona João Carvalho em artigo

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Iságoras foi um aristocrata eleito Arconte no ano 508 a. C. Nesse período houve disputas políticas entre Iságoras e Clístenes, sendo este opositor à eleição de Iságoras. Clístenes ao ser derrotado nessas disputas recorreu ao povo ateniense prometendo entregar o governo à massa da população, ou seja, Clístenes optou pela democracia.

Iságoras ao se tornar Arconte retomou com os privilégios para a aristocracia, suscitando ressentimentos do povo e com isso acabou por provocar conflitos com o governo de Iságoras. O povo começou a atacar o governo de Iságoras e nessa época Clístenes teve que fugir de Atenas, pois Iságoras havia recorrido à ajuda de exército estrangeiro. Iságoras pediu ajuda ao antigo inimigo de Atenas, o exército de Esparta.

O incrível é que no momento em que o povo ateniense se volta contra Iságoras e este percebe seu poder diminuir na cidade-estado, este Arconte tem a desfaçatez de recorrer a um exército inimigo de seu país!

O resultado dessa ignomínia de Iságoras foi que, ao obter o apoio desejado, Iságoras conseguiu debelar as revoltas populares e expulsar setecentas (700) famílias atenienses. Muito provavelmente foram as principais famílias, as mais importantes e ricas de Atenas.

O que sobrou disso tudo? Sobrou Iságoras no poder, o exército espartano inimigo do povo ateniense e o povo desarmado.

Vou fazer uma pergunta: para você leitor, tudo isso não se parece com as ameaças que já recebemos de um ex-presidiário comunista? Não é por acaso a mesma situação ou pelo menos bem parecida?

No caso de o ex-presidiário vir a se tornar presidente novamente, este não retornaria com os privilégios concedidos via BNDES, BB, CEF aos amigos (companheirada) do seu partido, redes de televisão, jornais e revistas e todas as empresas que o apoiam?

O próprio ex-presidiário já disse em discurso que se for o caso poderia recorrer ao “exército do Stédile”, o MST e o MTST para fazer frente às ameaças do povo brasileiro, ordeiro e honesto, que é xingado de “fascista” por aqueles que se comportam e pensam como os próprios fascistas de verdade.

Esse tal “comandante” desse “exército” ao qual o ex-presidiário se refere já disse ser capaz de pedir ajuda aos exércitos estrangeiros como por exemplo o da Venezuela ou Bolívia.

Vejam só pessoal, são comunistas brasileiros que atuam internamente como invasores e destruidores de terras produtivas que poderão pedir e obter ajuda militar de um exército inimigo da democracia livre e ordeira do Brasil.

Tudo isso que escrevo, os senhores podem facilmente encontrar numa rápida pesquisa pela internet, não há invencionices aqui.

Mas voltando a história grega. Clístenes foi para o exílio e juntou milhares de pessoas, milhares do povo para lutar e expulsar Iságoras juntamente com seu exército espartano. O povo se empoderou moralmente. Clístenes despertou no povo de Atenas o sentimento de nação. Despertou a noção de cidadania política. Despertou o sentimento de patriotismo e o resultado disso foi que o povo ateniense voltou para Atenas, de onde tinham sido expulsos, e foram pra cima, literalmente, do exército invasor e inimigo. E tanto esse exército como Iságoras se refugiaram na Acrópole.

O povo sitiou Iságoras e seu exército invasor estrangeiro por dois dias e foram subindo a colina até chegar no Templo em Acrópole. O exército espartano resistiu por três dias, mas capitularam. Ou seja, um dos exércitos mais fortes e preparados da época perdeu para um povo cheio de amor e patriotismo. O povo venceu o exército profissional de Esparta que o traidor Iságoras havia requerido. Essa foi a primeira vez que o exército espartano perdeu para um povo desarmado e não militar.

O exército espartano foi embora e o povo expulsou Iságoras. Após a vitória, “o povo assumiu o controle da situação tornando-se Clístenes tanto seu líder quanto defensor da causa popular. Foram essas as causas que fizeram com que ele conquistasse a confiança do povo”. (Pág. 66-67 Constituição de Atenas – Aristóteles).

Entenderam o porquê de eu ter escrito tantas vezes a palavra “povo”? Sei que os leitores do Relevante News são gabaritados a entender e relacionar a história real que se passou em Atenas com algo que poderia ocorrer da mesma forma aqui no Brasil (se Deus quiser não vai acontecer no Brasil).

Estou a escrever esse artigo apenas para alertar sobre possíveis investidas do mal em nossos país.

O nosso presidente Bolsonaro fez retornar ao povo brasileiro os sentimentos de patriotismo, de grandeza, de amor à pátria e de um profundo desejo de defende-la se for o caso.

Espero em Deus que os nossos “Iságoras”, traidores da Pátria, (o ex-presidiários e toda a esquerdalha) jamais consigam tal intento, mas que se acontecer, que o povo brasileiro se encha de amor e coragem pelo Brasil e jamais, repito, jamais o entregue aos canalhas bolcheviques bolivarianos ou mesmo para alguma turba corrupta que muito mal já fez ao Brasil.

Que o povo tenha a mesma disposição, coragem e a audácia de proteger e de defender, enfim, de demonstrar de fato que “um filho teu não foge à luta” em defesa da honra e da moral da boa família cristã brasileira.

João Carvalho

Que o Brasil tenha vários “Clístenes” que empoderem o povo brasileiro em torno de um projeto de nação baseado na filosofia, na lógica e na cultura ocidentais greco-românicas e na fé judaico-cristã.
E que o Brasil seja uma benção para as nações.

Brasil, acorde!!!

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João Carvalho (Colunista) – Economista pós graduado em gestão empresarial pelo CEFET-RJ e Jornalista (0013491/DF)
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