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A ONU e o Dia da Mãe Terra: Aborto, Ambientalismo e o Controle Populacional

"O Brasil precisa se levantar de vez e tomar seu país de volta em suas mãos. E jamais aceitar imposições anticristãs, anticivilizacionais ocidentais e antivida advindas do exterior ou de qualquer órgão internacional", revela João Carvalho em novo artigo

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No último dia 22 de abril de 2022 a Organização das Nações Unidas (ONU) juntamente com seus mega empresários globalistas apoiadores e ativistas fabricados como Greta Thumberg e Leonardo DiCaprio comemoraram esse dia como fazem todos os anos. Comemoraram como se fosse uma liturgia religiosa e com muita solenidade nessa data.

Veja bem caro leitor, a expressão “Mãe Terra” tornou-se comum na indústria do cinema hollywoodiano com a produção de filmes com enredo sustentável, temática ambientalista e pensamento verde, haja vista filmes como: Avatar, Wall-e, Before the Flood, Oceano de Plástico dentre outros. E juntamente com
seus ativistas internacionais, vem introjetando essa “cultura” na cabeça do público de um modo geral com o intuito de demonstrar a interdependência entre os seres humanos e o meio ambiente.

Para a ONU e seus ativistas histéricos, que não entendem nada do assunto ambiental, o mundo está a beira de um colapso com a humanidade enfrentando uma crise atrás da outra a cada ano (não se espantem caso apareça o Covid-23 ou Covid-25 por exemplo).

O nome oficial desse dia é: “Dia Internacional da Mãe Terra”. Esse dia foi lançado em 1970 nos EUA quando surgiram as primeiras manifestações contra a poluição que denunciavam o funcionamento ineficiente e irresponsável das industrias pelo país. O Dia da Terra foi proposto por um senador esquerdista americano (Partido Democrata) chamado Gaylord Nelson, um ambientalista que lançou um novo movimento ativista nos Estados Unidos. Essa data celebrada no dia 22 de abril de 1970. Segundo a ONU, a comemoração do Dia da Terra é o maior evento cívico secular do mundo.

Bom… Tudo muito lindo se você ficar apenas nas motivações ambientais, nas ideias conservacionistas do nosso planeta, pois, afinal de contas, alguém seria contra a preservação e a despoluição de nossa “Mãe Terra”? Claro que não obviamente.

A pergunta que eu faço, e é agora que começa esse artigo, é a seguinte: o que tem a ver os inúmeros programas e iniciativas da ONU para o combate às mudanças climáticas com o aborto e com controle populacional? Pois bem caro leitor, o ambientalismo da ONU está eivado de neo paganismo.
Esconde uma agenda profundamente antivida. A ONU, com a desculpa de “proteger a Terra”, esconde planos e políticas indecentes para um verdadeiro cristão, como o aborto e o controle populacional por trás de frases como: “atender á necessidade não atendida de planejamento familiar”, “ educação
sexual abrangente”, “cuidados sobre o aborto seguro”
etc.

Todas essas frases estão no Relatório Especial sobre Direito à Saúde – Direitos Sexuais e Reprodutivos da ONU.

Pasmem senhores, mas na ONU existe até o “Dia Internacional do Aborto Seguro”, comemorado no dia 28 de setembro de 2019. E também o “Dia Mundial da Contracepção”, comemorado no dia 26 de setembro. Provavelmente você leitor nunca tinha ouvido falar disso, não é?

Bom… e o que o ambientalismo radical da esquerda globalista tem a ver com o controle populacional e com aborto?

De onde a ONU tirou da cabeça globalista dela que o aborto e o controle populacional ajudam a preservar o nosso Planeta? A Comissão Sobre População e Desenvolvimento da ONU enxergam as pessoas como consumidores “vorazes” e “saqueadores” dos recursos ambientais, logo, as pessoas são o problema para a ONU. Então, fica claro que, justamente por pensarem dessa maneira, que em todas as discussões sobre o clima ao redor do mundo, aparecem como culpados pelas mudanças climáticas a “população”, o povo, os seres humanos do mundo inteiro!

A ONU vê o ser humano como o maior responsável pelas mudanças climáticas no Planeta Terra, portanto, quanto mais pessoas no mundo, pior será o problema ambiental para tal “Mãe Terra”. Entenderam agora o motivo dos ambientalistas serem a favor do aborto e do controle populacional? E tudo isso com apoio de todos os partidos de esquerda do Brasil e do mundo inteiro. Logo, a solução lógica para tamanho problema é a redução da população no mundo. E para isso a ONU recomenda contraceptivos, aborto e controle populacional de todas as formas possíveis.

Tudo isso é abordado de forma implícita pela ONU no Relatório do Secretário-Geral dizendo assim: “Relativa importância do Crescimento populacional como Impulsionador das mudanças climáticas”. E o Relatório está cheio de frases e sentenças como esta: “necessidade não atendida de contracepção” e diversas outras no mesmo sentido de reduzir ou pelo menos frear o crescimento da população no mundo. A ONU declara em seu Relatório da Comissão de Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos para a População e o Desenvolvimento Sustentável, que: “o crescimento econômico sustentável favorável ao clima requer saúde sexual reprodutiva”, e isso deve ser traduzido como controle de natalidade e aborto generalizado. A coisa é feia, pra não dizer diabólica!

Há outros exemplos de sordidez da ONU. Tem uma comissão nova que versa sobre o “status da mulher” e vincula a ideologia de gênero, o aborto e a luta contra as mudanças climáticas. Em 2019 um grupo formado por ONGs abortistas lançou um apelo à ação para todos os países que assinaram o acordo climático de Paris em 2015, e, infelizmente, o Brasil ratificou esse tratado no período do desgoverno da Dilma Roussef.

Todos dessa Comissão alegam que garantir os direitos sexuais e reprodutivos, incluindo o aborto, é um objetivo e também um meio para se alcançar o desenvolvimento sustentável. O que importa para a ONU é enquadrar qualquer evento com uma crise, não importando que tipo de crise. O que importa é que o
controle de natalidade e o aborto sejam as soluções.

Só para finalizar sobre as atividades diabólicas molokianas (do deus pagão Molok) da ONU, até a pandemia da Covid-19 foi usada para promover o aborto como sendo de cuidados essenciais para a saúde, segundo matéria do Jornal “The Daily Signal”, do dia 26 de maio de 2020, escrito por Graça Melton: “a ONU está usando a Covid-19 para impulsionar o aborto. E os EUA estão empurrando essa proposta pra trás”.

O Brasil precisa se levantar de vez e tomar seu país de volta em suas mãos. E jamais aceitar imposições anticristãs, anticivilizacionais ocidentais e antivida advindas do exterior ou de qualquer órgão internacional ou nacional, pois isso é uma espécie de colonização ideológica.

Chega dessa colonização mental Brasil!!!

<< Leia o artigo anterior >> Lula: o armamentista dos bandidos

A opinião do colunista é autônoma e de responsabilidade do respectivo comunicador, que é livre para expressá-la sem qualquer interferência.

João Carvalho (Colunista) – Economista pós graduado em gestão empresarial pelo CEFET-RJ
Contato: joaoctc2007@gmail.com
Instagramjoaoctcarvalho

João Carvalho
Economista pós graduado em gestão empresarial pelo CEFET-RJ

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