Guerra Cultural A manipulação dos gays pelo movimento LGBT

A manipulação dos gays pelo movimento LGBT

"Muitos gays estão tomando consciência de que o ativismo LGBT não está defendendo os gays coisa nenhuma. Ele alega defender os gays, quando na verdade, tem uma pauta de destruição dos valores morais, até porque a maioria dos ativistas LGBTs são socialistas", revela Guilherme Schelb em novo artigo

-

- Advertisment -

Eu quero aqui fazer uma distinção muito clara entre, de um lado, as pessoas gays e lésbicas, que merecem todo o respeito, e, do outro lado, os movimentos ativistas LGBT, que não merecem nenhum respeito. Por quê?

Muitos gays estão tomando consciência de que o ativismo LGBT não está defendendo os gays coisa nenhuma. Ele alega defender os gays, quando na verdade, tem uma pauta de destruição dos valores morais, até porque a maioria dos ativistas LGBTs são socialistas. Eles dizem publicamente que a ideia é destruir mesmo a família. Em entrevistas e palestras tudo isto é expresso em público. Eles odeiam a familia tradicional. Estou falando dos ativistas, não estou falando dos gays.

Os gays amam seus pais e mães, os gays têm mãe, as lésbicas têm pai, e ainda que haja divergências, a maioria absoluta deles tem respeito pela família. Já o movimento ativista, que infelizmente conquista mais mentes e corações no meio dos gays e dos não gays, não tem nenhum respeito pela família.

Então você veja, uma proposta da Ordem dos Advogados, a OAB Federal, que bem representa a perversidade oculta do socialismo cultural. Olha só, é sempre isso. Os ativistas alegam defender o respeito à diversidade e à comunidade LGBT, mas suas propostas não têm nada a haver com isto. Nessa proposta da OAB, propõe-se abolir os nomes “pai” e “mãe” na certidão de nascimento das crianças. (Projeto do Estatuto da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB).

O que esta proposta tem a ver com o respeito aos gays? Nada!

Na verdade, é uma idéia de destruição da figura do pai e da mãe para todas as novas gerações.

Se o movimento LGBT deseja proteger os casais gays que adotam crianças, isto é uma coisa. Ora, bastaria que quando houvesse um casal gay que adotasse uma criança, fosse colocado na certidão o termo “filiação”” para eles, porque ali não vai ter uma “mãe” ou “pai’.

Mas não! O ativismo LGBT quer abolir o direito de todas as crianças de terem “pai” e “mãe” em seus registros civis. Então, eu não questiono aqui a união entre pessoas homossexuais, eles são pessoas que merecem respeito e estão aptos a tomar as decisões sobre sua vida pessoal.

Então, o que nós temos que entender é que há uma guerra cultural, e os Tribunais, escolas e mídias servem de instrumento para a imposição de novos valores e a perseguição dos adversários. Nós não devemos pensar de outra forma.

Neste sentido, é preciso considerar os gays e lésbicas como grandes aliados em defesa da família e da infância. Podem estar certos de que a maioria dos gays é contra a exposição de imagens pornográficas às crianças. São os ativistas LGBT que organizam mostras pornográficas para crianças, como ocorreu em Porto Alegre, em 2018.

Não podemos cair na armadilha criada pelos ativistas LGBT, que desejam exatamente criar apartheids na sociedade. Este termo se refere ao regime do Apartheid na África do Sul, onde existia uma segregação institucional radical entre negros e brancos.

É exatamente essa segregação entre pessoas, agora sob modalidades culturais, que o socialismo cultural por meio dos movimentos LGBT, negros e feministas querem implantar no Brasil. Segregação sexual a separação entre homem e mulher pelo feminismo radical. Segregação pela opção sexual, o ativismo
LGBT fazendo um antagonismo artificial em uma sociedade que eles alegam ser contra os gays. Segregação racial, criando antagonismos artificiais entre pessoas negras e brancas.

Aliás, ao analisar as estatísticas de uma maneira objetiva, você vai ver que o nível de violência contra gays é criado artificialmente pelos ativistas, e caberia uma análise em uma outra oportunidade para estabelecermos isso melhor. De fato, há sim violência contra gays, mas em muito menor número e grau do que alegam os ativistas, muito menor.

Só para dar um exemplo, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro fizeram uma análise dos alegados casos de morte por homofobia em 2018 e descobriram, por exemplo, que entre os casos considerados de homofobia havia morte por acidente de trânsito e traficante lésbica morta por criminosos adversários em disputa pelo ponto de venda de drogas.

Então nós queremos que haja exatamente o respeito à família tradicional, que esse ativismo não deseja, ele quer abolir a família tradicional. E a ação estratégica deles é nas escolas e mídias. Eu sempre vou voltar na mesma argumentação. Nós estamos aqui para lutar, e como está no livro de Jó, capítulo 1,7:

“A vida nesse mundo é dura como o serviço militar”.

A novidade nos últimos 100 anos é que o exército dos bons quer apenas debater, quer fazer filosofia, discursos e, recentemente, postagens, quando, na verdade, deveria conhecer as leis e exigir respeito a elas, exigir respeito as crianças.

Eu volto a autocrítica aos que se dizem conservadores e não colocam o pé no campo de batalha. O que é o campo de batalha? É defendermos os nossos filhos, a nossa família, não do ponto de vista retórico apenas. A retórica é importante nas mídias e em ambientes políticos, mas o ambiente da educação e criação dos filhos menores é outro: orientação, ensino e mentoria. Nós temos de conhecer as leis que regem a família; nós temos de conhecer as leis que protegem crianças e adolescentes.

Então nós ficamos numa eterna denúncia e debate sobre um processo globalista, mas não defendemos as crianças da nossa família, não defendemos as crianças da nossa cidade. Fazemos postagens e discursos quando deveríamos exigir o respeito às leis que nos protegem, por meio de advogados. Então o problema grave não é a ação do inimigo. O problema grave é a nossa omissão e recusa de utilizar os instrumentos legais que estão ao alcance de qualquer cidadão, pai e mãe, que é exigir o respeito às leis que protegem a integridade sexual das crianças, que protegem a fragilidade psicológica das crianças, que protegem os direitos da família. Quando alguém pratica dano moral ou crimes deve-se recorrer às autoridades para punir os deliquentes.

Nosso desafio não é olhar para o globalismo e falar como se fossemos os anjos que estão no céu. Precisamos descer à terra e começar a exercer cidadania, coisa que os nossos adversários fazem a todo tempo: é ação de dano moral, é representação por homofobia. Eles estão certíssimos, usando os pouquíssimos instrumentos que têm.

Soldados não reclamam do inimigo, combatem-no!

E nós?

Temos muitos instrumentos legais e não fazemos nada.

Então é tempo de mudar essa atmosfera exclusivamente retórica. Repito, a retórica é importante, mas não é tudo. Nós precisamos agora preparar os professores e as famílias a invadir as escolas com orientações legais sobre os direitos da criança e da família.

<< Leia o artigo anterior: Ideologia de Gênero: Eles querem abolir a ideia de que existem macho e fêmea

Este conteúdo é parte do livro Querem calar a igreja cristã – A revolução sexual global de Guilherme Schelb | Curso para líderes cristãos | Adquira o livro clicando aqui!

Guilherme Schelb – Defensor dos direitos e da dignidade humana especial de crianças e adolescentes, Procurador da República, Palestrante e autor de livros sobre Infância, Educação e Família
Facebook | Instagram | Youtube

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Últimas notícias

De Onde Vem o Poder?

Há no Brasil um erro de pensamento de achar que tudo o que ocorre na política não...

O Servidor Covarde

O Mossad, no ano de 1960, capturou o servidor público alemão Adolf Eichmann na Argentina. Brevemente, quem...

O movimento é maior que Bolsonaro

Com Bolsonaro fazendo seu último discurso e saindo do Brasil, muitos que “se diziam” conservadores e guerreiros...

Clístenes e a Democracia: Onde Bolsonaro entra nessa história?

Em artigo anterior, “Bolsonaro Despertou Sentimentos de Patriotismo, Grandeza e Amor à Pátria”, vimos a vitória do povo...
- Advertisement -

O fim de uma batalha não determina o fim da guerra

Eu não perco a esperança pois o movimento é MAIOR que Bolsonaro. O povo,...

Noite de premiação marca o ecossistema de startups de Brasília e região

Nos últimos anos, o Distrito Federal tem se posicionado como um polo de tecnologia e do crescimento...

Você deve ler isso...

De Onde Vem o Poder?

Há no Brasil um erro de pensamento...

O Servidor Covarde

O Mossad, no ano de 1960, capturou...
- Advertisement -

Você pode gostar tambémRELATED
Recomendado para você

WhatsApp Receba o nosso CONTEÚDO no WhatsApp